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PostHeaderIcon Telemedicina no Brasil: tecnologia nacional no uso de diagnósticos

Tecnologia nacional de baixo custo amplia uso da telemedicina no Brasil

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PostHeaderIcon Meningite já matou quatro pessoas em Sergipe este ano

No primeiro quadrimestre de 2009, a meningite matou quatro pessoas em Sergipe, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). A primeira morte por meningite este ano foi registrada no município de Nossa Senhora do Socorro, quando uma criança de apenas cinco meses, morreu em fevereiro, depois de contrair a forma mais grave da doença, a meningite meningocócica. A possibilidade de surto foi descartada no Estado, mas a população deve se manter em alerta aos riscos de contrair a doença em períodos chuvosos.  

Os dados da SES apontam ainda que, de janeiro a abril deste ano, outros 12 casos da doença já haviam sido confirmados em Sergipe. Mas o valor é até 50% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado, quando foram confirmados 22 casos. “Uma redução nas ocorrências da doença vem sendo observada no Estado. Em períodos mais remotos, eram confirmados até 200 casos por ano”, revela a técnica da Vigilância Epidemiológica estadual, Acácia Perolina Rezende Setton.   

 

Um total de 91 casos de meningite com dez mortes foram registrados durante todo ano de 2008. A capital sergipana liderou a incidência, com 30 casos e três óbitos. O município de Itabaiana ocupou o segundo lugar no ranking com oito casos, incluindo dois óbitos “A meningite meningocócica é provocada por infecção bacteriana aguda e possui evolução mais rápida e com grau de letalidade maior”, esclarece Acácia Setton.

 

Doença

 

A técnica da Vigilância Epipemiologica de Sergipe detalha que a meningite é uma inflamação na membrana que envolve o cérebro e pode ser causados por bactérias, vírus, fungos e protozoários. “Outro tipo da doença é a hemófilo influenza, mais comum entre crianças de até cinco anos de idade. Porém, como hoje já existe vacina disponível na rede pública, a ocorrência desse tipo da doença é praticamente inexistente”, garante Setton.

 

Os principais sintomas da meningite são: dor de cabeça intensa, febre muito alta, rigidez na nuca e vômitos. Em crianças menores de um ano é comum o abaulamento de fontanela, que é a moleira aumentada. Outros sintomas característicos em criança é ela ficar irritada e sem vontade de se alimentar. “O diagnóstico tardio pode complicar o quadro da doença. Por isso, apesar de ser uma doença grave, se for descoberta cedo e tratada a tempo a meningite não leva a óbito”, alerta a técnica Acacia Setton.

 

Riscos

 

Em períodos chuvosos a tendência é que o número de casos de meningite aumente. “Nesse período é comum as pessoas ficarem em ambientes fechados, com aglomeração de indivíduos. Um dos fatores que aumenta os riscos de transmissão da meningite, que é feita por meio de vias respiratórias, através do contato próximo entre a pessoa e o individuo contaminado”, ressalta a técnica da Vigilância Epidemiológica estadual.   

 

 

PostHeaderIcon Hemose realiza campanha ‘Santo de Casa Também faz Milagre’

foto3_111Com o estoque de sangue em baixa, e preocupados com a demanda utilizada no período junino, o Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) está realizando a campanha ‘Santo de Casa Também Faz Milagre’. O objetivo da ação é retomar as atividades de coleta externa para reforçar o abastecimento do banco de sangue, além de conquistar novos doadores regulares.

 

A campanha é realizada em empresas e instituições públicas ou privadas que se interessem pela ação e possuam o mínimo de 50 doadores voluntários. O trabalho começa com uma palestra explicativa sobre o processo de doação de sangue e sua desmistificação. Alguns dias depois da orientação, a equipe do Hemocentro retorna à empresa, munida com todos os equipamentos necessários para a realização da coleta. 

 

Para fazer a doação, o voluntário precisa ter entre 18 e 65 anos e estar em posse de um documento oficial que contenha foto. Deve se alimentar bem, e evitar ingerir alimentos gordurosos três horas antes da doação. É necessário que o doador nunca tenha sido acometido pela hepatite B ou C, hanseníase, doença de Chagas, malária, sífilis, problemas renais, cardíacos e hepáticos graves, nem tenha feito tatuagens a menos de 12 meses.

 

Para participar da iniciativa basta entrar em contato com o setor de Recursos Humanos ou Serviço Social do Hemocentro pelo telefone (79) 3259-3191, das 7h30min às 17h30min.

PostHeaderIcon Lixo pode gerar energia e renda para Sergipe

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O aumento da quantidade de lixo gerado nas cidades, em consequência do crescimento do consumo de produtos industrializados, vem se caracterizando como um grande problema. E em Sergipe não é diferente. No menor estado da federação brasileira falta espaço apropriado para acomodar a enorme quantidade de resíduo produzido. Geralmente os detritos são alocados em terrenos a céu aberto, beira de estradas, ou até mesmo jogados nos rios.

Além dos inúmeros problemas ambientais, o lixo se tornou um problema de saúde pública, uma vez que, animais e insetos que transmitem doenças como meningite, leptospirose, raiva e a própria dengue são atraídos ou encontram o ambiente perfeito para se reproduzir nos resíduos mal destinados.

Uma triste realidade que pode ser revertida através de uma união entre os municípios do interior, órgãos ambientais e universidades sergipanas. Trata-se da construção da primeira Usina de Termovalorização do Brasil.

Diferente de um aterro sanitário, que ocupa uma extensa área, tem uma vida útil de apenas 20 anos e só está apropriado para construção no terreno 50 anos após o encerramento das suas atividades. A tecnologia da Termovalorização desenvolvida na Universidade de Pisa, na Itália, trabalha através de um processo de combustão transformando o lixo em energia limpa e renovável. A partir de uma tonelada de resíduos sólidos urbanos domiciliares, pode se produzir de 2,5 a 3,0 toneladas de vapor ou 500 a 600 kWh de energia elétrica. Assim o processo não só se constitui num instrumento eco-compatível para a eliminação dos resíduos, mas se apresenta como uma fonte de renda, a partir do momento que é perfeitamente possível vender a energia produzida.

“Como todos nós sabemos a energia é um bem escasso, e o estado de Sergipe tem um franco crescimento do consumo, e demanda cada vez mais a produção. Hoje, toda energia que é gerada no Nordeste está sendo consumida aqui, no próprio Nordeste. Por essa necessidade nos tornamos um sub-mercado importador do Norte, Sudeste e Centro-oeste. Então, um empreendimento de geração de energia é completamente viável no aspecto econômico quanto ao consumo“, explica Pedro Lins, engenheiro comercial da Energisa.

Para viabilizar o empreendimento avaliado em torno de 170 milhões de reais - valor muito próximo do que seria desembolsado na construção de um aterro sanitário - está sendo proposta a criação de um consórcio entre 12 municípios divididos entre as regiões da grande Aracaju, agreste central e leste sergipano. A Usina seria construída numa área em comum e atenderia as cidades participantes, gerando receita para todos.

“Sem duvida é muito importante a implementação de um investimento dessa magnitude, até porque não vamos gerar apenas o equacionamento definitivo do lixo, que é um problema hoje tão grave quanto à saúde, segurança pública e educação, mas, além disso, vamos gerar renda para a nossa cidade”, afirma José Ivaldo, prefeito de Santo Amaro.

As ações de mobilização iniciaram em novembro do ano passado com o II Workshop de Geração de Energia Através dos Resíduos Sólidos Urbanos. Até o final do primeiro semestre de 2009, os órgãos envolvidos pretendem apresentar um projeto formal do que seria a usina termovalorização em Sergipe.