novembro, 2009

PostHeaderIcon COMPROVADO: as manhãs são mais produtivas que as tardes

por Adriana Fonseca, em Pequena Empresas & Grandes Negócios


Pensou em agendar uma reunião importante na segunda-feira pela manhã ou na tarde de sexta-feira? Esqueça!

Um estudo feito pela Randstad na Espanha – mas me parece que os resultados aqui seriam semelhantes – mostra que esses são os horários menos produtivos da semana. O resultado do levantamento indica que a produtividade semanal é marcada por uma curva ascendente do começo da semana até a manhã de quarta-feira e outra descendente de quinta até domingo à tarde.

Fonte : http://www.sxc.hu

Fonte : http://www.sxc.hu

Em uma pontuação de 1 a 10, a produtividade no trabalho alcança 7,6 pontos nas quartas-feiras pela manhã e diminui para 7,4 pontos na parte da tarde. Na quinta de manhã a produtividade volta a subir para 7,6 e cai para 7,2 no período vespertino. Os índices mais baixos se concentram nas segundas-feiras – 6,1 pontos pela manhã e 6,2 pontos à tarde – e na sexta-feira à tarde: 6,1. De forma geral, as manhãs são mais produtivas que as tardes.

O levantamento também mostrou a produtividade em relação à idade dos trabalhadores. Os jovens entre 16 e 25 anos começam a semana com uma produtividade de 5,9 pontos – mais baixa do que a média geral (6,1), reflexo das consequências do fim de semana, segundo a pesquisa. O grupo entre 25 e 30 anos se mantém dentro da média global, mas sua produtividade é maior do que a maioria nas quartas e quintas-feiras pela manhã – 7,7 pontos (contra 7,6 do geral). Os mais produtivos pela manhã são aqueles que têm entre 30 e 45 anos, com uma pontuação de 7,9. Na sexta-feira à tarde, em compensação, esse grupo é o menos produtivo: 5,8 pontos.

O estudo oferece ainda uma série de recomendações para aumentar a produtividade da equipe. Entre elas fazer reuniões importantes pelas manhãs – menos nas segundas-feiras – e deixar as tarefas mais mecânicas, que exigem menos concentração, para o período da tarde.

Complementando o texto da Adriana Fonseca, eu sigo o conselho do Christian Barbosa : sexta-feira pela manhã  seria o ideal . E  para você ?

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PostHeaderIcon Se Bill Gates fosse brasileiro, ainda estaria trabalhando na garagem de sua casa.

“Se o Bill Gates fosse brasileiro, ele ainda estaria trabalhando na garagem”, disse o professor e consultor em empreendedorismo, Fernando Dolabela, autor do livro O segredo de Luisa.

Dolabela foi um dos debatedores do painel “O empreendedorismo e políticas públicas”, que aconteceu durante a abertura oficial da 2ª Semana Global de Empreendedorismo, em São Paulo

Dolabela referiu-se à trajetória empresarial de Gates, que abandonou o ensino superior para se dedicar a uma empresa de fundo de quintal, a Microsoft. “No Brasil, investe-se muito pouco em inovação e tecnologia. É preciso mais apoio aos negócios inovadores”, afirmou, citando a pesquisa GEM 2008.

Em uma lista de 43 países, considerando os empreendimentos iniciais (até três anos e meio no mercado), o Brasil ocupa o 42º no ranking.

Autor de um projeto de lei que coloca o ensino do empreendedorismo em todas as escolas brasileiras, o deputado federal Emanuel Fernandes, ex-prefeito do município paulista de São José dos Campos, e um dos vencedores do Prêmio Prefeito Empreendedor do Sebrae, disse que o Brasil precisa crescer .

“Nós estamos praticando hoje o subdesenvolvimento sustentável. A estrutura que existe é castradora do espírito empreendedor. Apesar de o capital estrangeiro estar procurando o País, precisamos ter cuidado para não desenvolver uma sociedade como a francesa, voltada para o emprego”

http://www.openinnovatio.org/



PostHeaderIcon 60% dos clientes desaparecem por indiferença das empresas

Estudos revelam que 60 por cento de todos os clientes param de lidar com uma empresa por causa da indiferença percebida .

James Barnes, em seu livro  “Secrets of CRM” , afirma que “uma empresa típica ouve apenas 4 por cento de seus clientes insatisfeitos”. Uma parte importante do desenvolvimento  da sua marca/empresa  é ter funcionários que partilhem uma energia emocional positiva e transmita esse sentimento ao lidar com os clientes. Se seus funcionários não estão engajados e não acreditam ,com entusiasmo, em sua empresa, porque os seus clientes deveriam ?

Em outros estudos, 51 por cento dos consumidores concordam que “um excelente serviço” é a principal razão para que eles continuem a fazer negócios com uma empresa. Oitenta por cento dizem que nunca vão voltar a comprar de uma empresa após uma experiência negativa. Pense nisso – Como você se sente sobre suas experiências de compras?

E se você fosse capaz de alinhar as metas do seu plano estratégico com os objetivos de seus empregados? Isso não seria uma poderosa estratégia competitiva? Essa ligação emocional , naturalmente, seria refletida na melhoria do  compromisso com os clientes .

Outro pensamento para refletir é que muitas empresas afirmam estar centrada no cliente, mas pagam seus empregados para vender produtos/serviços em vez de compensá-los ao engajar/fidelizar os clientes.

Para conseguir isso, você tem que começar a tratar seus empregados como clientes.

Jim Skinner, novo CEO do McDonald’s , dita uma regra básica: “Eu nunca conheci um funcionário que não quer se sentir útil, prestando uma colaboração positiva naquilo que faz. No entanto, sem a devida motivação emocional você provavelmente tem funcionários apáticos que estão apenas trabalhando por um salário. Um trabalhador deve se sentir entusiasmado ao chegar no seu local de trabalho…. “

Você não está interessado em crescer o valor que seus clientes dão à sua empresa, e assim aumentar a lucratividade? Empregados engajados determinam este caminho. A Internet criou um mercado global, onde os clientes estão a um clique de distância do acesso a um elevado número de outras alternativas:  se estão descontentes com a experiência de sua empresa.Além disso, as redes sociais e blogs permitem que os clientes insatisfeitos  transmitam suas experiências infelizes aos consumidores ao redor do mundo.

Diante do exposto, o engajamento é considerado como novo imperativo estratégico

Extraído do artigo ” The CEO’s New Strategic Imperative – Engagement “, de Bob Donnelly

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PostHeaderIcon Mais de 76% de brasileiros admitem buscar outro emprego no próximo ano

Matéria publicada no Finacial WEB , com base em pesquisa da Catho, aponta para uma fato que deve ser analisado e aprofundado por empresas que pretedem Inovar:  mais de 76% dos profissionais brasileiros admitem a possibilidade de procurar outro emprego nos próximos 12 meses.

Observem  com detalhes esta frase ! Não se fala em demissão por parte da empresa , mas saída por vontade própria do funcionário.

Segundo o diretor de Marketing da empresa, Adriano Meirinho, os dados apontam que a maior representatividade de insegurança está entre os profissionais de nível hierárquico mais baixo. “Isso pode ser explicado porque os presidentes, gerentes e profissionais de cargos equivalentes têm uma carreira mais consolidada em constante desenvolvimento”, explica.

Os entrevistados que ocupam cargos operacionais e administrativos são os mais propícios a buscarem outro emprego, com 85% de respostas positivas neste sentido. Em contrapartida, os que ocupam cargos na presidência, gerência ou equivalente são os que menos consideram a possibilidade de mudar de empresa (52%).

Não podemos inovar sem idéias, não teremos idéias sem pessoas, não teremos pessoas se o ambiente da empresa propicia uma sensação de insegurança, medo. Saber reter talentos é condição para a Inovação. Não é à toa que os Estados Unidos estão seriamente preocupados com a debandada de grandes profissionais para outros países.

Autor : Edson Menezes ( clique no link para  maiores informações ) é professor do Instituto Federal de Sergipe. Editor do site http://openinnovatio.org/ ( entre para outras notícias )