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COMPROVADO: as manhãs são mais produtivas que as tardes
por Adriana Fonseca, em Pequena Empresas & Grandes Negócios
Pensou em agendar uma reunião importante na segunda-feira pela manhã ou na tarde de sexta-feira? Esqueça!
Um estudo feito pela Randstad na Espanha – mas me parece que os resultados aqui seriam semelhantes – mostra que esses são os horários menos produtivos da semana. O resultado do levantamento indica que a produtividade semanal é marcada por uma curva ascendente do começo da semana até a manhã de quarta-feira e outra descendente de quinta até domingo à tarde.
Fonte : http://www.sxc.hu
Em uma pontuação de 1 a 10, a produtividade no trabalho alcança 7,6 pontos nas quartas-feiras pela manhã e diminui para 7,4 pontos na parte da tarde. Na quinta de manhã a produtividade volta a subir para 7,6 e cai para 7,2 no período vespertino. Os índices mais baixos se concentram nas segundas-feiras – 6,1 pontos pela manhã e 6,2 pontos à tarde – e na sexta-feira à tarde: 6,1. De forma geral, as manhãs são mais produtivas que as tardes.
O levantamento também mostrou a produtividade em relação à idade dos trabalhadores. Os jovens entre 16 e 25 anos começam a semana com uma produtividade de 5,9 pontos – mais baixa do que a média geral (6,1), reflexo das consequências do fim de semana, segundo a pesquisa. O grupo entre 25 e 30 anos se mantém dentro da média global, mas sua produtividade é maior do que a maioria nas quartas e quintas-feiras pela manhã – 7,7 pontos (contra 7,6 do geral). Os mais produtivos pela manhã são aqueles que têm entre 30 e 45 anos, com uma pontuação de 7,9. Na sexta-feira à tarde, em compensação, esse grupo é o menos produtivo: 5,8 pontos.
O estudo oferece ainda uma série de recomendações para aumentar a produtividade da equipe. Entre elas fazer reuniões importantes pelas manhãs – menos nas segundas-feiras – e deixar as tarefas mais mecânicas, que exigem menos concentração, para o período da tarde.
Complementando o texto da Adriana Fonseca, eu sigo o conselho do Christian Barbosa : sexta-feira pela manhã seria o ideal . E para você ?
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60% dos clientes desaparecem por indiferença das empresas
Estudos revelam que 60 por cento de todos os clientes param de lidar com uma empresa por causa da indiferença percebida .
James Barnes, em seu livro “Secrets of CRM” , afirma que “uma empresa típica ouve apenas 4 por cento de seus clientes insatisfeitos”. Uma parte importante do desenvolvimento da sua marca/empresa é ter funcionários que partilhem uma energia emocional positiva e transmita esse sentimento ao lidar com os clientes. Se seus funcionários não estão engajados e não acreditam ,com entusiasmo, em sua empresa, porque os seus clientes deveriam ?
Em outros estudos, 51 por cento dos consumidores concordam que “um excelente serviço” é a principal razão para que eles continuem a fazer negócios com uma empresa. Oitenta por cento dizem que nunca vão voltar a comprar de uma empresa após uma experiência negativa. Pense nisso – Como você se sente sobre suas experiências de compras?
E se você fosse capaz de alinhar as metas do seu plano estratégico com os objetivos de seus empregados? Isso não seria uma poderosa estratégia competitiva? Essa ligação emocional , naturalmente, seria refletida na melhoria do compromisso com os clientes .
Outro pensamento para refletir é que muitas empresas afirmam estar centrada no cliente, mas pagam seus empregados para vender produtos/serviços em vez de compensá-los ao engajar/fidelizar os clientes.
Para conseguir isso, você tem que começar a tratar seus empregados como clientes.
Jim Skinner, novo CEO do McDonald’s , dita uma regra básica: “Eu nunca conheci um funcionário que não quer se sentir útil, prestando uma colaboração positiva naquilo que faz. No entanto, sem a devida motivação emocional você provavelmente tem funcionários apáticos que estão apenas trabalhando por um salário. Um trabalhador deve se sentir entusiasmado ao chegar no seu local de trabalho…. “
Você não está interessado em crescer o valor que seus clientes dão à sua empresa, e assim aumentar a lucratividade? Empregados engajados determinam este caminho. A Internet criou um mercado global, onde os clientes estão a um clique de distância do acesso a um elevado número de outras alternativas: se estão descontentes com a experiência de sua empresa.Além disso, as redes sociais e blogs permitem que os clientes insatisfeitos transmitam suas experiências infelizes aos consumidores ao redor do mundo.
Diante do exposto, o engajamento é considerado como novo imperativo estratégico
Extraído do artigo ” The CEO’s New Strategic Imperative – Engagement “, de Bob Donnelly
http://openinnovatio.org/ ( entre para outras notícias )
Ofício circular aos “chefes”
Prezado(a) Senhor(a) ” Chefe” ,
A necessidade de reinventar-se é um dado e um fato no atual ambiente de negócios. Seja no produto, às vezes muito mais no processo ou organizacional, o ato de inovar deve ser encarado como necessidade e diferencial competitivo para a sua empresa.
Embora pensemos erroneamente , e automaticamete, que a inovação parte de grandes e novos produtos, idéias e/ou serviços mirabolantes , algo do mundo das manchetes e da ficção científica, é constante a fonte de possíveis e reais inovações realizadas/pensadas por nós funcionários, todos os dias, muitas vezes sem mesmo Vossa Senhoria saber. Mesmo que , de forma não sistematizada, elas garantem a manutenção da sua empresa.
Em um país como o Brasil, onde a mão-de-obra se concentra nas MPE´s e na informalidade, a inovação sustentável deve desenvolver um senso coletivo de propósito, de libertar a nossa criatividade em toda a sua organização e de nos ensinar a reconhecer e catalogar as oportunidades não convencionais .
Desta forma, encaminhamos à Vossa Senhoria nossas humildes sugestões abaixo elencadas:
1. Ela começa no topo
Cabe aos líderes, chefes, executivos, empresários, donos, ou seja lá o título que sua empresa forneça a aquele(s) que está(ão) no topo da hierarquia, criar um ambiente psicológico que fomente a inovação sustentável em todos os níveis.
Embora existam exceções, nós trabalhadores ,em sua mairoria, tendemos a nos sentir removidos da função de inovação e menos propensos a tomar medidas independentes ou oferecer novas idéias devido a inexistência deste ambiente ou do aporte ( carta branca ) de nossos líderes: repetimos nossas tarefas de forma automatizada , dia após dia.
2. Por favor, estabeleça um sentido claro de direção
Mudar culturas envolve mudar mentes, e isso leva tempo. Mas como em qualquer iniciativa, uma noção clara da meta ajuda a acelerar a viagem. Saiba para onde Vossa Senhoria quer que o seu barco navegue . A missão e a visão da organização ajudam a organizar e direcionar a inovação . Qual é o propósito da inovação na sua empresa? Trata-se de acrescentar o valor do cliente para produtos e/ou serviços existentes … para acelerar a entrega … para aumentar a qualidade ? Para que afinal ? Aquele quadro bonito na entrada da empresa explicitando a missão e a sua visão de nada adianta se nós , que fazemos sua equipe, não as incorporamos: já que Vossa Senhoria não as traduziu . Pergunte-nos se sabemos descrever e sentir a missão e visão da empresa ! É bem provável que somente a pessoa da limpreza saiba: afinal , ela limpa o quadro todos os dias e acaba decorando as palavras que lá estão.
3. A comunicação aberta
A comunicação aberta entre “os que mandam” e “os que obedecem porque têm juízo” (nós trabalhadores) prepara o terreno para uma atmosfera de confiança, variável essencial para a cultura de inovação. Mas se Vossa Senhoria pretende estabelecer uma nova culura, baseada na confiança, não nos mande dar o primeiro passo e nem peça a um subordinado seu para fazê-lo. Começe o(a) Senhor(a) mesmo !
Esta mudança se inicia no processo de comunicação aberta, compartilhando as informações de sua empresa conosco, sues funcionários, em uma base regular e em todos os níveis. Incluindo-se as boas e más notícias. A isso damos o nome de time . Caso o preço do insumo aumente, comunique, caso a reantiblidade caia, comunique, caso tenha novos clientes, comunique…. Não deixe para vomitar ou gritar conosco apenas quando o caixa está no vermelho ou quando algo vai errado.
4. Reduzindo a burocracia
Organizações de maior porte são muitas vezes consideradas menos inovadoras que suas contrapartes menores. Contudo, não é o tamanho da sua empresa que inibe a inovação – é o seu processo interno. Burocracia atrasa a ação e é um sério obstáculo à inovação. As organizações menores muitas vezes podem avançar mais rapidamente na implementação de ideias inovadoras. Dizem que Jack Welch, quando ainda na General Electric, discursou para seus colaboradores: “Meu objetivo é fazer com que a alma e a velocidade da pequena empresa estejam dentro da nossa grande empresa.”
5. Criando um sentimento de posse
Uma mentalidade de propriedade cria um poderoso incentivo para o pensamento criativo. Quando nós funcionários estamos claramente cientes de como os nossos interesses , funções e esforços estão alinhados com os da sua empresa e da sociedade, sentimos uma forte razão para dar continuidade e melhoria ( novas idéias) ao que fazemos. Certifique-se de que cada um de nós sabe como seu trabalho afeta o seu desempenho e o da sua empresa ! Faça-nos sentir uma peça da mesma engrenagem e não um elo perdido no estoque. Não deixe para mostrar isso ou agradecer nossos esforços apenas na semana do Natal: onde todos se reunem para ganhar um panetone e ouvir seu discurso enfadonho que ,na maioria das vezes , não possui sentido. O ano comercial se inicia no dia 01 de janeiro e se encerra no dia 31 de dezembro. Tempo não falta !
Acreditamos que estes passos já são um bom começo !
Nossos agradecimentos e atenção, de seus funcionários.
P.S : favor não engavetar este ofício
Autor: Edson Menezes é professor do Instituto Federal de Sergipe, engenheiro eletricista por formação e professor por paixão. Editor do site http://openinnovatio.org/ ( clique no link do Open Innovatio para outras notícias )
Conhecimento é poder: cursos online e gratuitos no Brasil
“O conhecimento em si mesmo é poder”

Essa pequena e poderosa passagem aparece em Meditationes Sacrae (1597), um enigmático trabalho de Francis Bacon (1561-1626), advogado, filósofo, político, ensaísta….
Embora Bacon não tenha realizado nenhum progresso nas ciências naturais, ele foi o autor do primeiro esboço racional de uma metodologia científica. A frase parece óbvia, especialmente em nossa era de informação.
A inovação depende deste poder: não do poder pejorativo, vinculado à força ( seja ela física, política, etc ), mas ao poder do saber, do conhecer. Aos desavisados que acreditam que basta ter uma idéia para que estejamos inovando, meu aviso : sem aliar sua idéia ao conhecimento de nada ela valerá !
Já havia publicado em meu site o artigo “…assista gratuitamente aulas das maiores universidades americanas” , onde citava que mais de 100 faculdades e universidades americanas disponibilizaram as suas aulas gratuitamante na Internet.
Esta ação, de forma sistêmica (ordenada), infelizmente ainda não chegou ao Brasil ! Por falta de tecnologia não é ! Por falta de professores competentes, também não ! Logo, não sei o porquê.
Mas tenhamos calma… Nosso Brasil ainda possui sonhadores que dedicam seu tempo no preparar e disponibilizar estes conhecimentos, gratuitamente ao acesso de todos , via WEB. Assim o sendo, aproveite o que lhe é ofertado e leia, estude, aprenda, conheça e adquira poder: o único que ninguém lhe tirará !
ALGUNS CURSOS NO BRASIL :
| 2. Internet Aprendendo Internet Confecção de Web Pages – básico Desenvolvimento de Websites Ferramentas Gráficas – adobe photoshop 5.5 – básico DreamWeaver – básico |
| 3. Redes de Computadores Arquitetura TCP / IP Segurança de Sistemas Computacionais |
| 4. Sistemas Operacionais Unix – Básico Unix avançado – Programação C-Shell Instalação Linux Linux – Comandos Básicos |
| 5. Linguagem & Banco de Dados Linguagem C |
7. Conheça sites gratuitos de ensino de idiomas na internet.
Autor: Edson Menezes é professor do Instituto Federal de Sergipe, engenheiro eletricista por formação e professor por paixão. Editor do site http://openinnovatio.org/ ( clique no link do Open Innovatio para outras notícias )
Maioria das empresas proibem uso de redes sociais no trabalho
Os trabalhadores que querem compartilhar ou absorver informações no Facebook , Twitter , ou outras redes sociais, terão de esperar até depois do expediente da empresa, como indica novo estudo .
Mais da metade (54 por cento) dos chief information officers (CIOs) entrevistados recentemente disseram que suas empresas não permitem que funcionários acessem sites de redes sociais, por qualquer razão , durante o trabalho.
O estudo foi desenvolvido pela Robert Half Technology, uma provedora líder de tecnologia da informação (TI) , em um projeto conduzido por uma empresa de pesquisa independente. Ele foi baseado em entrevistas telefônicas com mais de 1.400 CIOs de empresas de todos os Estados Unidos, com 100 ou mais empregados.
CIOs foram convidados a responder esta questão : “Qual item descreve mais de perto a política da sua empresa em visitar sites de redes sociais como Facebook, MySpace e Twitter ? “
Suas respostas:
54% Completamente proibido
19% Permitida apenas para fins comerciais
16% Autorizado para uso pessoal limitado
10% Permitido para qualquer tipo de uso pessoal
1% Não sabe / não responde
A questão não é proibir ! É mostrar o potencial das redes como fonte de Inovação: uso da inteligência e dos conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet – crowdsourcing
Autor: Edson Menezes é professor do Instituto Federal de Sergipe, engenheiro eletricista por formação e professor por paixão. Editor do site http://openinnovatio.org/ ( clique no link do Open Innovatio para outras notícias )
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